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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Veja o guia para lidar com as mentiras em cada idade do seu filho

Sim, as crianças mentem. Aprenda como ensiná-las a largar o hábito
 
Mentira em casa idade criança
(Foto: Shutterstock)



 
Como os primeiros modelos na vida de uma criança, os pais tem um papel vital em demonstrar honestidade. Eles também têm a maior influência quando se trata de instalar um compromisso com a verdade. Conforme as crianças amadurecem e adquirem um maior senso de etiqueta social, cabe aos pais ajuda-las a diferenciar as pequenas mentiras para não magoar os outros, da desonestidade.


10 sinais clássicos de que seu filho está mentindo – e você nem desconfiava

Todas as crianças mentem. Ensiná-las sobre a importância da honestidade cedo e como resolver situações para que não precisem se escorar nas mentiras, irá assegurar a honestidade – a maior parte do tempo”, diz Dra. Victoria Talwar, professora associada ao Departamento de Educação e Aconselhamento Psicológico da Universidade McGill, em Montreal, nos Estados Unidos.
Adultos e crianças mentem por motivos parecidos: evitar problemas, ganho pessoal, impressionar ou proteger outra pessoa, ou ser educado. Aprenda como agir apropriadamente quando crianças de diferentes idades são pegas mentindo.



6 mentiras que costumamos contar para os nossos filhos

Entre 2 e 4 anos
Devido ao fato de suas habilidades da fala ainda estarem sendo formadas, crianças no início dessa fase ainda não tem ideia de onde começa e termina a verdade. Nessa idade eles ainda têm uma dificuldade em discernir o que é realidade, sonhar acordado, sonhos, fantasias e medos, afirma Dra. Elizabeth Berger, conselheira de pais, psiquiatra infantil, e autora do livro Raising Kids With Character. “Fortes emoções podem fazer com que o seu filho de 2-3 anos insista que o irmão comeu a bolacha dele, quando claramente isso não aconteceu”, afirma. Quando coisas do gênero acontecerem, tente uma resposta diplomática, que incite dúvida, como “É mesmo? Então isso que eu estou vendo no seu queixo não devem ser migalhas”. Falando assim, você evita entrar em uma briga. Até os 3 anos, as crianças são novas demais para ser punidas por mentiras, mas os pais podem começar a encorajar a sinceridade. Ler histórias como a do Pinóquio pode te ajudar!
Perto dos 4 anos, as crianças começam a verbalizar mais e podem dar respostas óbvias e diretas como “Não” ao serem perguntadas se bateram no irmão. Use cada oportunidade que tiver para introduzir o assunto (o ideal é logo após ele ter contado a mentira, já que a memória estará fresca). Comece com “vamos falar sobre mentir e porque isso não é bom”. “Não deve ser uma conversa longa, mas dê ao seu filho a mensagem de que honestidade é importante”, afirma Dra. Talwar.
Em resposta a uma mentira, seja firme e diga “Não me parece que você está dizendo a verdade” ou “Você tem certeza absoluta de que isso aconteceu?”. Deixe bem claro de que você não está convencido pelo que ele disse, mas deixe passar depois de ouvi-lo e ensiná-lo. Evite confrontar o seu filho ou caçar a verdade, a não ser que a situação seja séria e exija mais atenção.
(Foto: Shutterstock)
(Foto: Shutterstock)


Bom exemplo é a melhor forma de educar

Entre 5 e 8 anos
Nessa fase as crianças contarão mais mentiras para testar até onde podem chegar, especialmente em relação à escola – aulas, lição de casa, professores e amigos. Manter as mentiras pode ser difícil, ainda que eles consigam lidar melhor com elas. “As restrições e responsabilidades nessa idade normalmente são muitas”, afirma Dra. Berger. “Como resultado, as crianças mentirão com frequência para amenizar as forças que parecem exigir mais do que elas podem oferecer”. Mas, ainda bem, a maioria das mentiras (“Não tenho lição de casa hoje”) são relativamente fáceis de detetar. Converse abertamente com seu filho e continue lendo histórias que remetem à importância da verdade junto com ele.
Mais importante do que elogiar a sinceridade do seu filho, é ser um bom modelo, já que nessa fase ele será muito observador. Tenha cuidado com as mentiras que você usa – ainda que seja algo pequeno, como “diga que não estou” – porque elas podem criar uma mensagem confusa para ele. “Não importa quando você fale sobre a importância da honestidade, você menospreza essa mensagem se o seu filho te ver sendo desonesto”, Dra. Talwar explica.


9 segredos para criar uma criança mais feliz e confiante

Entre 9 e 12 anos
A maioria das crianças nessa idade estão trabalhando arduamente para estabelecer a confiança e a consciência de identidade. Mas elas também estão se tornando mais adeptas a manter mentiras e mais sensíveis às repercussões de suas ações, e elas devem ter uma maior sensação de culpa após mentir. Longas e francas conversas sobre honestidade definitivamente são necessárias, já que pequenas mentiras ou alguma desonestidade são aceitáveis, desde que usadas para ser educado ou poupar os sentimentos de outra pessoa. Quando situações como essas aparecerem, seja direto com seu filho para evitar mensagens confusas. Comece a conversa com “Você sabe que dizer a verdade para os seus pais é sempre importante, certo? Bom, existem momentos em que também é muito importante ser educado e não machucar o outro. Se estamos visitando amigos e eles servem uma refeição que você não gosta, não é educado fazer um escândalo e recusar. Você deve comer e agradecer. Assim, será convidado mais vezes”.
Bons modelos são cruciais para o seu filho, então considere pedir para parentes próximos ou vizinhos para que ajudem-no a desafiar as interações sociais. “Crianças que estabeleceram uma relação com seus pais, onde se sentem confortáveis para conversar e divulgar informações, tendem a dizer mais verdades”, afirma Dra. Talwar. “Mas também perceba que seu filho nem sempre dirá a verdade. Pensar um pouco sobre o motivo que ele tem para mentir, te ajudará a responder apropriadamente”, diz.

https://www.paisefilhos.com.br/crianca/veja-o-guia-para-lidar-com-as-mentiras-em-cada-idade-do-seu-filho/?offset=81

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Roda dos Valores

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Escolha apenas um, comente e me envie, a melhor resposta será publicada e ganhará um brinde surpresa.

Participe!


segunda-feira, 31 de julho de 2017

Adaptação sem sofrimento

     Meu filho vai para escola, e agora? Certamente é um processo não tão fácil para as crianças e tão pouco para seus pais que por vezes refletem: a quem irei entregar meu tesouro? Por mais que você tenha visitado todas as instituições de ensino da cidade a insegurança e aquele aperto no peito não lhe abandona. Pensando em sua angústia e no bem estar das crianças, nós que formamos o Educandário Um Sonho a Mais criamos nosso próprio período de adaptação, nos baseando em todas as experiências vividas.

1 - Para a criança que precisará encarar a rotina de aulas pela primeira vez, uma boa maneira de introduzir o assunto é dizer que ela está crescendo e que, por isso, precisa de um espaço para brincar com outras crianças e aprender coisas novas. Levá-la para comprar os materiais escolares ajuda a prepará-la de uma forma estimulante.
     É preciso, porém, sensibilidade para perceber se essa participação está se transformando em ansiedade. Evite tocar muito no assunto e perguntar se ele já está preparado muito antes da hora. 

2 -  A semana de adaptação das crianças que nunca foram à escola é muito parecida na maioria delas. Os pais levam seus filhos por pequenos períodos de tempo (das 7h30min às 10h), assim a saudade não terá tempo de se transformar em situação de abandono. Durante esse processo, é fundamental que a criança se sinta segura e perceba que está no meio de pessoas dignas de sua confiança. Evite aquele tchauzinho no portão (nos primeiros dias), a criança não compreenderá no primeiro momento porque ele tem que ser deixado com pessoas desconhecidas. Deixe sempre o contato com as tias, assim em qualquer situação adversa elas poderão entrar em contato com os senhores.

3 - Prepare-se, porque as primeiras semanas de adaptação deixarão a criança mais sensível. A mudança traz insegurança, medo, frustração, irritação, muitas vezes traduzidos pelo choro. Embora seja difícil ver tudo isso acontecer, pense que aprender a lidar com essas emoções é uma etapa importante do desenvolvimento. Blindar seu filho disso só o deixará frágil. Quando o choro aparecer, o melhor é reforçar que a escola é importante, que você sabe que ele está sofrendo, mas acredita que ele vai conseguir superar, nesse momento é muito importante que a criança não perca nenhum dia de aula a menos que seja por um motivo alheio a vontade. É difícil para a criança e para você, mas é necessário firmeza. Sem esquecer que ela precisará muito do seu colo e da sua paciência. Afinal, momentos de separação nunca são fáceis. A conversa será sempre fiel aliada, deixe a criança segurando lembrando que vocês sempre irão buscá-la e não tentem chegar no horário correto, pois a criança sente-se triste quando percebe seus coleguinhas irem embora e ele ser o "último".

4 - Ao começar (recomeçar) a vida escolar, o dia a dia da criança muda completamente. Por isso, alguns ajustes podem ser necessários para que ela se adapte de forma mais tranquila. Entre esses ajustes destacamos um que parece irrelevante, mas que causam preocupação:
  • são os horários de dormir e acordar, a criança precisa ter o tempo suficiente para descansar e refazer suas energias, se isso não ocorre o que restará é uma criança que chora com facilidade, chegando a ter cenas de estresse e muito sofrimento, justamente por ter que acordar para ir à escola;
  • o excesso de televisão, tablets, celulares... As crianças que passam muito tempo usando esse tipo de entretenimento geralmente não tem a concentração ideal durante suas atividades escolares, tendem a imitar seus personagens favoritos (vivendo que se estivesse no mundo deles), bem como, chegam a criar "histórias" para que não voltem à escola uma vez que esta tem sido o empecilho no uso dos seus brinquedos.







    Valéria Soares Andrade Santos

sábado, 29 de julho de 2017

Montando Meu Jardim no Pote

     A reutilização de materiais é um dos princípios do conceito dos 3R’s da sustentabilidade – “Reduzir”, “Reciclar” e “Reutilizar” –, essa prática é bastante utilizada por artesãos e pessoas que querem decorar a sua casa de forma simples e barata, deixando ela ainda mais bonita e sustentável. Em nossa sala de aula do 1º ano do Ensino Fundamental essa arte além de embelezar e divertir deu suporte para uma aprendizagem sobre seres vivos e não vivos, bem como o prazer de manusear areia, pedrinhas e água.

Para realizar essa arte você vai precisar de:

  1.  pedrinhas;
  2. carvão;
  3. areia;
  4. plantinhas;
  5. um recipiente de vidro;
  6. um copo descartável com água mineral.
    Passo a passo
  •  primeiro passo - recolha as pedrinhas, lave-as e deixe secar;
  • separe a areia e o carvão;
  • lave o recipiente com cuidado e reserve-o;
  • coloque no fundo para formar a primeira camada as pedrinhas, em seguida, o carvão, a areia, plante seu vegetal;
  • com a água regue-a com cuidado.